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Travar a crise climática está nas mãos das pessoas.

Vais consentir com um sistema que nos está a matar ou vais resistir e parar esta guerra?

Delegar a responsabilidade de travar a crise climática aos governos e empresas é o mesmo que esperar que o ditador ponha fim à ditadura.

O 25 de Abril não teria sido possível se quem estava vivo em Abril de 1974 tivesse consentido com a ditadura ou tivesse esperado que os ditadores lhe pusessem fim. O que estavam as pessoas que defendiam a liberdade a fazer 50 anos atrás? O que deve estar quem defende a vida e a liberdade a fazer atualmente?

Hoje, estar vivo significa ter a capacidade e a responsabilidade de deixar de consentir com um sistema mortífero, resistir e parar a destruição, implementando as soluções reais construídas pelas e para as pessoas.

Há muitas formas de agir – encontra no formulário abaixo diferentes tarefas e formas de te envolveres

EM ESTADO DE GUERRA: O QUE FAZER?

Aparece na próxima sessão pública e fala connosco

29 Junho (sábado)

15h

BOTA (Lisboa)

ÚLTIMAS NOVIDADES

Os governos e as empresas declararam guerra às pessoas.

250,000 mortes por ano

250 mil pessoas morrem todos os anos devido às alterações climáticas, segundo a OMS.

9 milhões de pessoas condenadas à morte em 2023

O ano passado foram emitidas globalmente 37,400,000,000 tons CO2. A cada 4000 tons de CO2 emitido, 1 pessoa é condenada à morte. Mais de 9 milhões de pessoas foram condenadas à morte, só em 2023. Portugal condena à morte 38 pessoas a cada dia que passa.

2026 a 2035 - quando o governo garante o colapso

Mesmo que as metas mais ambiciosas do governo sejam cumpridas (que não estão a ser), entre 2026 e 2035 Portugal vai emitir todo o CO2 a que tem direito até 2100.

O novo governo deixou claro que vai levar-nos rumo ao colapso climático.

PLANO DESARMAMENTO E PLANO DE PAZ

É possível travar a crise climática, parar esta guerra e construir justiça social.

Um plano realista e honesto que permite travar a crise climática e construir a paz, colocando a vida acima do lucro. Este une propostas formuladas e discutidas ao longo das últimas décadas por movimentos sociais, académicos e associações. Este é um plano que não é votado, mas que terá de ser conquistado e implementado pelas pessoas.