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Nas últimas semanas, várias apoiantes do Climáximo que sabem que o governo e as empresas escolheram não parar a crise climática, encheram-se de coragem e juntaram-se para organizar ações pacíficas para quebrar com esta falsa sensação de paz instalada no nosso país.
Em 20 dias fizemos 15 ações.
Se estás a ler isto provavelmente ouviste falar pelo menos de uma delas.
Se queres ter a certeza que não falhaste nenhuma, podes ver todas as ações que aconteceram aqui!

A realidade é simples e assertiva.
1. Os combustíveis fósseis são armas que matam, segundo a ONU, centenas de milhares de pessoas todos os anos.
2. Os governos e empresas sabem isto e continuam a escolher ignorar o que diz a ciência. Emcaminhando-nos para o colapso social é um ato coordenado e planeado. Eles declararam guerra contra as pessoas.
3. Não temos culpa, mas cabe a nós travar esta guerra, desmantelar as armas e construir um plano para a paz.

Só em conjunto conseguimos para a crise climática e travar esta guerra. Não podemos continuar a assistir à destruição de tudo o que amamos.
Dia 15 (quarta-feira) ás 13:45h estaremos no Campus de Justiça Edifício F.
Aqui haverá tempo e espaço para falarmos sobre o que fazemos, como funcionamos e descobrires respostas às tuas inquietações.
Apresentação pública dia 19, Domingo, às 15h00 no Camones (Graça, Lisboa).
Vem falar connosco, fazer perguntas, partilhar receios e esperanças e perceber como podes lutar por tudo o que amas.
Queres saber mais sobre o plano que responde à crise climática e justiça social? Participa no Encontro por uma Transição Justa, em Sines no dia 18 Novembro.
Entretanto o que se passa do outro lado…

Quem imaginaria que entregar milhares de milhões nas mãos de criminosos que provocaram a crise climática para inventarem projetos em vez de criar uma indústria pública de energias renováveis levaria a um antro de corrupção sem qualquer solução para a crise climática?
Nos projetos de energia o governo e as empresas trabalham em colaboração íntima e orgânica.
Mudar nomes dos funcionários estatais para fazer trabalho administrativo para as empresas é uma distração. Uma responsabilização séria só será possível quando a população resistir ativamente aos crimes contra a Humanidade. Isso só é possível se houver um debate público honesto e alargado sobre o estado de guerra em que estamos por causa do colapso climático e social.
As empresas responsáveis pela crise climática e política atuais não estão a ser investigadas e responsabilizadas. Neste sentido, estivemos a semana passada na sede da EDP para fazer uma busca popular. Quem as acolheu foi uma linha policial que impediu uma investigação justa e assertiva a uma empresa criminosa.
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