
Parar
Enquanto
Podemos
23 DE NOVEMBRO • 15h
Pç. Paiva Couceiro ➝ Pç. do Chile
Junta-te agora através do seguinte formulário ou AQUI.

A ação Parar Enquanto Podemos, dia 23 de Novembro, será preparada por todas as pessoas que não querem continuar a aceitar o rumo ao colapso social e climático para o qual os governos e as empresas nos estão a dirigir.
Independentemente da tua experiência, idade ou profissão, se sabes que é tempo de parar de consentir com os ataques por parte dos governos e empresas a milhares de vidas e a tudo o que nos rodeia, e se sabes que é tempo de todas as pessoas começarem a agir em conjunto para pararmos a guerra que os governos e as empresas declararam à sociedade e ao planeta, junta-te à preparação desta ação de resistência climática.
Todas as semanas teremos assembleias de preparação, onde poderás saber tudo sobre o porquê desta ação e perceber de que forma te podes envolver mais na sua construção, seja qual for a tua disponibilidade e capacidades. Há um lugar fundamental na construção da ação para qualquer pessoa que sabe que é altura de parar de aceitar a destruição de tudo o que amamos e começar a resistir.
As Assembleias acontecem 5ª Feira às 19h00 e Sábado às 15h00.
Se não tiveres disponibilidade para participar em nenhuma das assembleias mas quiseres na mesma envolver-te na preparação desta ação, preenche o formulário no separador abaixo e iremos contactar-te sobre como podes participar!

Nestas Formações em Ação de Massas vais aprender e treinar várias técnicas de ação direta e criar o teu grupo de afinidade (grupos de 5 a 10 pessoas com a confiança e o alinhamento necessário para cuidarem umas das outras antes, durante e pós ação) para assegurar o melhor desenrolar da ação e que ninguém fica para trás.
Nunca fizeste uma ação? Este é o local e o momento para aprenderes as técnicas base, compreenderes o que é resistência civil e como tomamos decisões coletivas na ação.
Já fizeste várias ações? Vem treinar as técnicas essenciais para ação, partilhar experiências, integrar um grupo de afinidade e equipas de ação, tal como praticar a tomada de decisões coletivas rápidas.
Já tens um grupo de afinidade? Organizem-se e participem juntas na formação!
Não é necessária inscrição e a participação é gratuita e aberta a todas as pessoas.
A formação tem a duração de 3h30, sendo necessário participares na formação inteira.
Quer gostes mais de fazer design gráfico, de mobilizar o máximo número de pessoas para vir à manifestação ou ação, ou de ajudar em dar apoio legal à ação, há uma equipa para ti na construção da ação.

Estamos nas ruas e transportes públicos a dar panfletos e a falar com pessoas. Estamos em espaços a fazer debates, sessões de cinema e jantares com jogos. Colocamos cartazes, stencils e faixas por várias zonas da cidade e arredores.
É preciso que todas as pessoas deixem de aceitar a violência da crise climática. Para isso temos de falar umas com as outras.
Indica-nos no formulário de participação como é que queres apoiar ou aparece num dos próximos eventos e fala connosco.
Apoia esta ação para quebrar a normalidade que está a levar-nos para o inferno climático.
Aparece nas Assembleias de Ação semanais, e faz um donativo para ajudar com os custos desta ação AQUI.
Quebrar a normalidade, entrar em resistência climática
Precisamos de parar de normalizar a violência que é a crise climática. Não é normal as temperaturas aumentarem ano após ano, e terem morrido 50 mil pessoas na Europa devido ao calor em 2023. Os incêndios que deixaram o país em luto, matando 9 pessoas e queimando dezenas de casas, e que todos os anos consomem as florestas em Portugal, não são normais. Não é normal mais de 30 milhões de pessoas, quase o triplo da população portuguesa, estarem deslocadas das suas casas devido à crise climática. Tu sabes que não é normal que a tua vida, a vida de quem tu amas, e a de dezenas de milhões de outras pessoas esteja em risco por causa de uma crise que não criaste. Não é normal sabermos disto e continuarmos a agir como se nada fosse.
Precisamos de parar de aceitar estes ataques contra as nossas vidas. As consequências devastadoras e cada vez piores da crise climática resultam da escolha premeditada e coordenada por parte de governos e empresas de combustíveis fósseis de enriquecer à custa das nossas vidas. Eles sabem o que estão a fazer e tiveram décadas para parar a crise que criaram. Em vez disso, continuam a investir na proliferação de novas armas de destruição—infraestruturas emissoras como um novo gasoduto ou um novo aeroporto em Portugal. Esta violência tem que ser reconhecida como aquilo que é: uma guerra declarada por governos e empresas contra as pessoas e o planeta.
É possível pararmos esta guerra, mas só quando pararmos de normalizá-la. Cabe-nos a nós—trabalhadores, estudantes, mães, pais, filhos, precários, desempregadas, avós, netos—proteger o presente e o futuro da humanidade. Precisamos de desmantelar a indústria fóssil que, com o apoio dos governos de todo o mundo, está a destruir as nossas vidas. Isto só pode ser conseguido através de uma mobilização popular massiva, para construir e implementar um plano de transformação em larga escala, compatível com os limites planetários, que coloque no centro o bem estar das pessoas, e não lucro. Para isso, temos de parar de normalizar a crise climática e aceitar que só nós, as pessoas comuns, juntas e em resistência, podemos parar a destruição em curso.
Dia 23 de Novembro é o dia em que os governos e empresas fósseis mundiais estarão a concluir as negociações na 29ª Conferência das Nações Unidas para o Clima (COP29) que, tal como nas últimas três décadas, continuarão a alimentar milhões de mortes e deslocações forçadas. Dias depois, o governo português votará um Orçamento de Estado (OE) que irá manter, em Portugal, o financiamento da guerra que eles declararam contra a vida.
Dia 23 de Novembro não pode ser um sábado normal em que agimos como se estivesse tudo bem, quando estamos em risco de perder tudo. Enquanto governos e empresas fazem mais planos para enriquecer à custa da nossa morte, não podemos ir ao café, às compras, trabalhar, almoçar, estudar ou ficar em casa como se isto fosse aceitável. Enquanto eles planeiam condenar à morte as pessoas à nossa volta, não as podemos deixar continuar o seu dia normalmente.
Nesse sábado, não vamos fazer a nossa vida como se ela não estivesse sob ataque. Seremos muitos e muitas a partir às 15h da Praça Paiva Couceiro, marchando pela Morais Soares—uma das ruas mais movimentadas de Lisboa—apelando às pessoas nos cafés, no trabalho, nas compras e em casa, para virem fazer com que este seja o dia em que a sociedade para de consentir com a destruição de tudo o que importa. Seremos ainda mais a chegar à Praça do Chile, para parar uma das praças mais centrais de Lisboa, bloqueando-a com os nossos corpos, coragem e criatividade numa ação de resistência civil em massa para abrirmos uma conversa que há muito deveria estar no centro de tudo: como é que vamos parar esta guerra antes que seja tarde demais?
Junta-te agora através do seguinte formulário ou AQUI.
Quebrar a normalidade, entrar em resistência climática
Precisamos de parar de normalizar a violência que é a crise climática. Não é normal as temperaturas aumentarem ano após ano, e terem morrido 50 mil pessoas na Europa devido ao calor em 2023. Os incêndios que deixaram o país em luto, matando 9 pessoas e queimando dezenas de casas, e que todos os anos consomem as florestas em Portugal, não são normais. Não é normal mais de 30 milhões de pessoas, quase o triplo da população portuguesa, estarem deslocadas das suas casas devido à crise climática. Tu sabes que não é normal que a tua vida, a vida de quem tu amas, e a de dezenas de milhões de outras pessoas esteja em risco por causa de uma crise que não criaste. Não é normal sabermos disto e continuarmos a agir como se nada fosse.
Precisamos de parar de aceitar estes ataques contra as nossas vidas. As consequências devastadoras e cada vez piores da crise climática resultam da escolha premeditada e coordenada por parte de governos e empresas de combustíveis fósseis de enriquecer à custa das nossas vidas. Eles sabem o que estão a fazer e tiveram décadas para parar a crise que criaram. Em vez disso, continuam a investir na proliferação de novas armas de destruição—infraestruturas emissoras como um novo gasoduto ou um novo aeroporto em Portugal. Esta violência tem que ser reconhecida como aquilo que é: uma guerra declarada por governos e empresas contra as pessoas e o planeta.
É possível pararmos esta guerra, mas só quando pararmos de normalizá-la. Cabe-nos a nós—trabalhadores, estudantes, mães, pais, filhos, precários, desempregadas, avós, netos—proteger o presente e o futuro da humanidade. Precisamos de desmantelar a indústria fóssil que, com o apoio dos governos de todo o mundo, está a destruir as nossas vidas. Isto só pode ser conseguido através de uma mobilização popular massiva, para construir e implementar um plano de transformação em larga escala, compatível com os limites planetários, que coloque no centro o bem estar das pessoas, e não lucro. Para isso, temos de parar de normalizar a crise climática e aceitar que só nós, as pessoas comuns, juntas e em resistência, podemos parar a destruição em curso.
Dia 23 de Novembro é o dia em que os governos e empresas fósseis mundiais estarão a concluir as negociações na 29ª Conferência das Nações Unidas para o Clima (COP29) que, tal como nas últimas três décadas, continuarão a alimentar milhões de mortes e deslocações forçadas. Dias depois, o governo português votará um Orçamento de Estado (OE) que irá manter, em Portugal, o financiamento da guerra que eles declararam contra a vida.
Dia 23 de Novembro não pode ser um sábado normal em que agimos como se estivesse tudo bem, quando estamos em risco de perder tudo. Enquanto governos e empresas fazem mais planos para enriquecer à custa da nossa morte, não podemos ir ao café, às compras, trabalhar, almoçar, estudar ou ficar em casa como se isto fosse aceitável. Enquanto eles planeiam condenar à morte as pessoas à nossa volta, não as podemos deixar continuar o seu dia normalmente.
Nesse sábado, não vamos fazer a nossa vida como se ela não estivesse sob ataque. Seremos muitos e muitas a partir às 15h da Praça Paiva Couceiro, marchando pela Morais Soares—uma das ruas mais movimentadas de Lisboa—apelando às pessoas nos cafés, no trabalho, nas compras e em casa, para virem fazer com que este seja o dia em que a sociedade para de consentir com a destruição de tudo o que importa. Seremos ainda mais a chegar à Praça do Chile, para parar uma das praças mais centrais de Lisboa, bloqueando-a com os nossos corpos, coragem e criatividade numa ação de resistência civil em massa para abrirmos uma conversa que há muito deveria estar no centro de tudo: como é que vamos parar esta guerra antes que seja tarde demais?