O imperialismo fóssil em crise responde com militarização,
mais nacionalismo, guerras e
repressão. Nós respondemos
com solidariedade, ecofeminismo e organização coletiva. Queremos educação, saúde, transfeminismo e uma transição justa, não armas e fóssil.
Da América Latina ao Afeganistão e Irão, do Sudão à Síria e Curdistão, da Palestina a Porto Rico e Cuba, lutamos lado a lado pela vida!
Travar a crise climática, é travar os ataques às mulheres a nível global que estão mais vulneráveis aos desastres climáticos extremos tais como o aumento da violência física e sexual devido a conflitos sociais, e o aumento da carga de trabalho reprodutivo devido à escassez de água e comida.
Recusamo-nos a ser governadas por quem não garante as condições para a existência de vida e de um futuro, desmantela os direitos reprodutivos, abusa de menores e corpos femininos e expropria comunidades e povos.
Vem para as ruas,
dia 8 e dia 9 de Março!
Lutar por justiça climática é lutar por serviços básicos incondicionais, redistribuição do trabalho de cuidados, justiça transformativa, descolonização e justiça global, desmantelamento da indústria militar e democracia energética. Temos de ser nós, com as nossas mãos, a parar a violência e implementar a paz.
NÃO DESISTIMOS DA EXISTÊNCIA DO NOSSO FUTURO E CONDIÇÕES PARA A VIDA.

