No terceiro dia da semana de luta o setor da saúde uniu-se para demonstrar que a crise climática é também uma crise de saúde pública.
Médicas e estudantes de medicina estão juntas na luta por uma saúde pública e acessível, num planeta habitável.
A crise climática alimentada pelo sistema da destruição, o capitalismo, é a maior ameaça à saúde da humanidade.
De doenças a mortes diretamente causadas pela crise climática, sabemos que só acabando com os combustíveis fósseis e investindo numa transição justa de energias renováveis, focada no bem estar das comunidades, e não no lucro, é que podemos construir um serviço nacional de saúde público, universal, resiliente, gratuito e de qualidade.
É já amanhã, sexta feira, dia 15 de maio, que vamos estar todas juntas, em frente à sede do governo, às 18h, na luta pela vida e pelo futuro.
Vem se sabes que temos que agir!







