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O imperialismo fóssil prepara-se para voltar a atacar

O território português volta a ser palco de preparação de ataques do imperialismo fóssil, sedento de guerra para alimentar a ganância das suas empresas.

O império estado-unidense prepara-se para mais um ataque, desta vez ao Irão, sob os pretextos mal-amanhados de defesa de direitos humanos, implantação de democracia e acordos falhados sobre armamento nuclear.

Além de questões geopolíticas como o confronto com a China e o apoio ao estado sionista genocida, o objetivo volta a ser o mesmo do ataque à Venezuela: controlar uma das regiões do planeta com maiores reservas de petróleo.

A confirmar-se, este é mais um ataque da guerra pelo colapso climático. O exército estado-unidense apresenta-se ao serviço da indústria fóssil para que esta possa aumentar os seus lucros, através do controlo de mais reservas combustíveis fósseis, cujas produção e queima destroem as condições de vida no planeta.

Empresas e governos mostram-nos que vale tudo para continuarem a encher os seus bolsos já multi-milionários, enquanto os povos do mundo morrem e sofrem sob tiros de canhão e bombas climáticas.

O apoio subserviente do governo português continua a permitir o uso da base das Lajes para ataques imperialistas, tal como fez na guerra do Iraque em 2003, na guerra dos 12 dias em 2025 contra o Irão, e agora num muito provável novo ataque a este país. O governo português dá luz verde para que os EUA utilizem a base aérea da ilha Terceira para uma nova chacina.

O governo português segue a cumplicidade da União Europeia, que em vez de travar a crise climática e fazer frente ao imperialismo fóssil moribundo, aposta em mais austeridade e miséria social para reforçar a guerra contra os povos e o planeta.

Por justiça, paz e bem-estar social e em apoio à luta da classe trabalhadora iraniana por soberania, liberdade e justiça:

Fim ao capitalismo e imperialismo fóssil!
Viva a solidariedade internacional!

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