Profissionais da cultura/artes lançam carta pelo Fim ao Fóssil até 2030, porque a luta para travar o colapso climático não é só mais uma luta entre muitas outras, é uma questão existencial.
Apelam a todos os agentes culturais que usem as suas plataformas não apenas de forma consciente e sustentável, mas também de modo a promover políticas de transformação e justiça climática. É tempo de trazer a realidade que vivemos para os palcos, os ecrãs, as galerias e os livros, para que ninguém mais possa fingir que não vê. A cultura tem o poder de mover consciências, de imaginar e dar forma ao futuro que precisamos de construir. As histórias de quem perdeu tudo por causa da crise climática, e de quem luta contra ela, não podem ser em vão. Devem ocupar um lugar central nas nossas criações, para que o silêncio não as apague.
Afirmam que hoje os artistas, bem como toda a sociedade, têm uma escolha a fazer: unir-se aos estudantes em solidariedade, ou ser cúmplices na condenação de todas as gerações vivas a um mundo inabitável.
Escolhe lutar por um mundo justo e que qualidade de vida para todas as pessoas: vem à marcha “O Nosso Futuro Não Está à Venda” este sábado às 15H no Largo de Camões, em Lisboa.
Lê a carta da cultura pelo Fim ao Fóssil e assina aqui.






