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Climáximo no Dia Internacional da Mulher Trabalhadora

No Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, o Climáximo esteve presente na marcha “Pela Libertação de Todas as Mulheres”, convocada pela Rede 8 de Março. Apesar da chuva, na marcha estiveram centenas de pessoas – nem a chuva nem o vento podem parar um movimento!

Com uma faixa “eles declararam guerra contra a vida”, assinalamos o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora a relembrar que a lógica que alimenta o patriarcado e a crise climática é a mesma: a de um capitalismo predador, que coloniza e explora corpos bem como terras, recursos e territórios. Lembramos e honramos também todas as mulheres defensoras da terra e da liberdade dos povos que, em particular no Sul Global, foram assassinadas ou desaparecidas por defender a vida. Berta Cáceres, Julia Chuñil, Marielle Franco, entre tantas outras.

Os governos e as empresas declararam guerra às pessoas e ao planeta. A violência patriarcal e a exploração dos corpos das mulheres é mais um ataque desta guerra. Parar esta guerra significa parar a violência patriarcal e construir uma sociedade justa e assente nos valores ecofeministas do cuidado, da justiça e da regeneração.

E porque a luta também se faz de festa, à noite organizámos uma Festa Ecofeminista no Arroz Estúdios para apoiar na angariação de dinheiro para as multas. Obrigada a todas as artistas incríveis que apoiaram no evento, bem como a todo o pessoal do Arroz Estúdios e a todas as pessoas que contribuíram!

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