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Não há saúde num planeta em colapso

As alterações climáticas já são responsáveis por 8% das mortes em Portugal Se não pusermos fim à produção e ao consumo de combustíveis fósseis, a principal causa da crise climática, este número só vai aumentar. A crise climática é a maior ameaça à saúde da humanidade.
 
A destruição da base da vida é a destruição da saúde pública
A poluição de cursos de água e do ar pela exploração de combustíveis fósseis aumenta as chances de problemas de saúde respiratória e cardiovascular, principalmente de pessoas idosas e pessoas já com problemas respiratórios e cardiovasculares.
 
A produção e consumo de petróleo mata
Eventos climáticos extremos cada vez mais potentes e frequentes, como cheias, ondas de calor e ondas de frio, e tempestades, matam cada vez mais. Só no verão passado, a vaga de calor triplicou o número de mortes na Europa. Só em Portugal foram mais de 2300 mortes. O comboio de tempestades matou 19 pessoas. Mas são principalmente os países do Sul Global onde se registam mais mortes por eventos climáticos extremos.
 
Mais doenças e pior nutrição
O aquecimento global aumenta ainda a propagação de doenças mortais como a cólera, a malária e a dengue, que afetam principalmente grupos vulneráveis (ex: idosos, mulheres grávidas, crianças, pessoas a viver em zonas de guerra/genocídio). A crise climática impacta também a saúde mental. O aumento de episódios de seca agrava ainda mais o acesso à água, afetando as populações mais vulneráveis, nomeadamente no Sul Global.
 
A crise climática ameaça a prestação de cuidados de saúde
Os eventos climáticos extremos não são apenas uma ameaça para as pessoas. Eles ameaçam a própria capacidade de serviços de saúde em dar resposta, pela maior exigência de resiliência de infraestrutura, estabilidade energética e exposição do próprio pessoal médico a condições climatéricas demasiado extremas.
 
Garantir saúde pública
Acabar com os combustíveis fósseis que estão a destruir as condições de vida no planeta é obrigatório para garantir saúde. Construir um serviço nacional de saúde de qualidade, público, totalmente gratuito, de cobertura universal e resiliente perante eventos climáticos extremos também.
 
Só desmantelando a economia fóssil centrada no lucro e construindo um futuro centrado no bem-estar coletivo e em justiça social, podemos garantir saúde.

De 11 a 15 de maio, lança-te na luta por este futuro!

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