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“Não podemos consentir com empresas que matam.” Duas apoiantes do Climáximo estilhaçam fachada da REN

Hoje pelas 07:45, duas apoiantes do Climáximo estilhaçaram a fachada de vidro da REN.

“Não está tudo bem.
A própria OMS diz que as a crise climática está a matar centenas de milhares de pessoas todos os anos, e os culpados não têm qualquer plano viável para a parar.
Não podemos continuar a consentir que estas empresas assassinas existam em público como se nada fosse.”
– afirma Ideal, explicadora de Biologia e Geologia, e Física e Química.

“Este foi o setembro mais quente de sempre”,  desenvolve Ideal,
“por uma margem avassaladora. É assustador ver as projeções mais pessimistas serem ultrapassadas pela realidade da crise climática.”

Ainda abalada pelo relatório da UNICEF, de que no mínimo 43 milhões de crianças foram deslocadas pela crise climática nos últimos anos, afirma ainda “os nossos modelos científicos simplesmente não estavam prontos para compreender tanta destruição.

Entretanto, a REN e o governo continuam a conspirar para expandir a sua infraestrutura que mata.”
“Face a planos que incluem a morte de milhares de crianças, famílias, sabemos o que temos que fazer”, afirma Carolina Falcato, professora que participou na ação, referenciando o plano de desarmamento do Climáximo.
Este passa por nem mais um projeto que aumente emissões de gases com efeito de estufa, como a expansão do terminal de gás fóssil liquefeito da REN em Sines. Em vez disso, propõem eletricidade 100% renovável e acessível até 2025, o único plano compatível com a exigência da ONU de fim ao fóssil até 2030.

“Todos temos que parar de consentir com estes projetos de morte. Para conseguirmos, não podemos continuar complacentes com a destruição”, destacou a Carolina, convidando todas as pessoas a comparecerem no dia 9 de outubro às 19h no Campo Mártires da Pátria, para uma apresentação sobre como mais pessoas se podem juntar ao lado certo da história.

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